Lave a roupa de neoprene apenas com água doce corrente. Você pode deixá-la de molho na água (sem qualquer produto químico) por um dia inteiro, para eliminar o máximo possível de sal, mas não deixe a roupa de molho por um período mais longo do que este. Uma espécie de "limo" pode surgir nas paredes de borracha. Se a roupa for guardada nestas condições, o resultado será a formação de fungos que podem provocar sérias irritações de pele.
Na hora de secar adote os seguintes procedimentos:
Coloque a roupa para secar na sombra. Primeiro, do lado interno, onde há maior acúmulo de água. Depois do lado externo, caso a roupa tenha duas peças, pendure-as em cabides separados para secar;
Após a secagem, o zíper deve ser lubrificado com silicone spray (se o zíper for de plástico) ou parafina (quando o zíper for de metal). Assim, evita-se que ocorra um travamento do zíper por causa da formação de zinabre ou cristais de sal;
A exposição ao sol, com intuito de secar, fará com que a roupa perca a elasticidade tornando desconfortável o seu uso, além de ressecar o material deixando-o suscetível a rasgos.
Guarde a roupa pendurada em um cabide.
Jamais dobre a roupa ao guardá-la, para que não formem vincos ou rugas no neoprene. Tais vincos ou rugas acabam virando rachaduras com o tempo, abreviando a vida útil da roupa. O ideal é que ela seja colocada em um cabide e pendurada em local arejado. No caso das roupas de duas peças, depois de secas, ambas podem ser penduradas no mesmo cabide.
Nadadeiras com tiras reguláveis, conhecidas também como nadadeiras abertas, possuem um sistema de tiras com engates rápidos que proporcionam ao usuário, vestir e retirar as nadadeiras de maneira simples e eficiente.
Para isso, seus engates devem ser utilizados, conectando e desconectando a peça macho e fêmea de um dos lados, para que ao calçar ou retirar a nadadeira, as travas, os pinos e a própria tira de borracha, não sejam forçadas desnecessariamente. Isto pode ocasionar a quebra destes componentes.
A melhor forma de usar este sistema é:
1º Se necessário afrouxe a tira de borracha, conforme item 7º;
2º Desconecte o tridente/ peça macho do engate (escolhendo qualquer um dos lados);
3º Calce a nadadeira;
4º Engate novamente o tridente ou peça macho do engate;
5º Ajuste puxando com cuidado, as pontas da tira de borracha para trás, até atingir a posição desejada;
6º Para retirar a nadadeira, escolha qualquer um dos lados e desconecte o tridente ou peça macho do engate.
7º Para afrouxar as tiras e conseguir vestir novamente a sua nadadeira com conforto, sem precisar forçar as tiras e imprimir esforço, deve-se apertar a peça localizada na parte superior do tridente ou peça macho do engate, fazendo com que a tira “corra” quando puxada no sentido de abrir ou aumentar a parte da tira que envolve o calcanhar.
O colete equilibrador é um equipamento indispensável para auxílio no equilíbrio hidrostático, permitindo que o mergulhador fique:
• Boiando na superfície (flutuabilidade positiva);
• Equilibrado na profundidade que deseja permanecer, desde que corretamente utilizado (flutuabilidade neutra).
• Fixação do cilindro junto ao corpo do mergulhador;
• Suporte na superfície quando inflado;
• Apoio em emergências;
• Guarda de acessórios.
Os coletes na sua maioria são do tipo “jacket vest” onde sua câmera interna abrange tanto a parte das costas como a região frontal dos bolsos.
Além do Power que permite inflar e desinflar o colete através da mangueira conectada a saída da baixa pressão de um primeiro estagio, este equipamento possui válvulas de exaustão que são acionadas automaticamente para impedir que o colete estoure quando inflado além da pressão que ele suportaria. Estão localizadas nas costas parte inferior direita e superior direita e no começo da traquéia;
Atenção: Não podem ser usados como colete salva-vidas, não garantem na superfície a posição vertical do usuário.
Cuidados:
Para que sejam utilizados com segurança estes equipamentos, se faz necessário que o usuário tenha completado e sido aprovado em um curso de mergulho autônomo, cujo treinamento técnico e prático fora ministrado por um instrutor de mergulho devidamente qualificado com status ativo em seu órgão ou credenciadora de mergulho de reconhecimento internacional.
As ASAS, indicadas para o mergulho técnico (58 libras), mergulho recreativo (30 libras) e ambos (40 libras) são células de gás que ao serem acopladas ao Back Plate, ficarão localizadas nas costas do mergulhador. Esta posição contribui ou facilita a posição correta durante o mergulho, ou seja, na horizontal.
Asa 30 libras é um equipamento desenvolvido para ser utilizado com um cilindro nas costas do mergulhador e possibilita como nos outros tamanhos de asas, o uso de stages (cilindro adicional) nos D’rings dos arreios do Back Plate localizados na tira do ombro e abdominal.
A ASA 40 libras é um modelo intermediário. Serve tanto para a utilização com cilindros simples (neste caso recomenda-se o adaptador) quanto para cilindros duplos dependendo do volume dos mesmos e de algumas situações particulares de seu mergulho.
A Asa 58 libras foi desenvolvida para mergulhos com cilindros duplos.
IMPORTANTE: Consulte seu instrutor, ele indicará a ASA que preencha melhor as suas necessidades.
Para que sejam utilizadas, as asas deverão ser acopladas a um Back Plate completo (com Arreios) e em caso do uso com cilindros simples, o adaptador também será necessário. Estes dois equipamentos são distribuídos pela FUN DIVE. O adaptador para cilindro simples pode ser o Adapta Mono U-trilho ou Adapta Mono V-telha, possuem formato e pesos diferentes.
São facilmente adaptadas e permitem um mergulho confortável estável e seguro.
Tem a função de informar a real quantidade de ar/ gás disponível no cilindro do mergulhador.
Sua marcação poderá ser apresentada em duas unidades de medidas de pressão: Bar ou Psi,
No Brasil, estamos mais familiarizados com o sistema métrico (Bar), por isso, a Fun Dive disponibiliza seus manômetros neste sistema.
O material da caixa pode ser em latão cromado, bronze niquelado ou polímero reforçado.
Possuem também a versão nitrox, ou seja, já são preparados pelo fabricante para o serviço de O2.
São acoplados na saída de alta pressão do primeiro estágio do regulador através de uma mangueira de alta pressão.
Além de apontarem a quantidade de ar/gas do cilindro, com as informações que o manômetro oferece você consegue planejar o seu mergulho, gerenciando o suprimento de ar/gas, para saber quando iniciar o percurso de volta e assim terminar seu mergulho próximo ao ponto de partida sem utilizar a reserva do cilindro.
Pode ser adquirido em console simples (mini-manômetro), em console duplo junto com o profundímetro, ou em console triplo, com o profundímetro e a bússola.
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Cuidados e Manutenção Preventiva
Evite choques e batidas, pois caso isto ocorra, poderá danificar o equipamento fazendo com que perca a precisão na marcação ou até deixe de funcionar.
Seus instrumentos devem ser lavados com água doce em abundância.
Sempre que for realizar a manutenção do seu regulador, faça também a do seu manômetro, o´rings do girador deste equpamento devem ser trocados e lubrificados para evitar vazamentos.
No mergulho, sabemos que o tempo de fundo depende diretamente da profundidade em que o mergulhador se encontra.
Por isso, o seu uso é indispensável para a segurança do mergulhador e a sua consulta durante o mergulho deve ser constante.
Sua marcação poderá ser apresentada em duas unidades de medidas de pressão: Metros ou Pés.
No Brasil, estamos mais familiarizados com o sistema métrico (Metros), por isso, a Fun Dive disponibiliza seus instrumentos neste sistema.
O material da caixa pode ser em latão cromado, bronze niquelado ou polímero reforçado.
Serve também para auxiliar no seu planejamento de mergulho, por exemplo: Você já está prestes a finalizar seu mergulho, caso esteja muito fundo, alguma coisa está errada com seu planejamento, pois o mergulhador sabe que deve sempre terminar seu mergulho naquela profundidade recomendada por sua tabela.
A velocidade de subida também é controlada através do profundímetro. Não devemos ultrapassar a velocidade de subida recomendada pela tabela, e para isso, o uso do profundímetro aliado a um dispositivo de tempo, o auxiliará nesta tarefa.
Pode ser adquirido separadamente (punho) ou junto ao manômetro (console duplo) e também com manômetro e bússola (console triplo).
Note que seu profundímetro Fun Dive possui uma agulha de arrasto, que tem a função de registrar a profundidade máxima atingida em seu mergulho.
Para não haver enganos sobre a profundidade máxima atingida, certifique-se que a agulha de arrasto foi reposicionada em seu marco zero antes de cada mergulho.
Cuidados e Manutenção Preventiva
Evite choques e batidas, pois caso isto ocorra, poderá danificar o equipamento fazendo com que perca a precisão na marcação ou até deixe de funcionar.
Seus instrumentos devem ser lavados com água doce em abundância.
A função das facas de mergulho podem se diferenciar de acordo com a atividade a ser praticada (mergulho autônomo ou pesca sub).
No mergulho autônomo, são equipamentos de segurança que servem para livrar o mergulhador de um eventual enrosco ocasionado por redes, cabos e linhas, que podem ser deixados nos pontos de mergulho por pescadores ou visitantes destes locais.
São produzidas em diferentes tamanhos, formas e tipos de fio (liso, serrilhado e corta cabos).
Para o praticante da pesca sub, existem facas específicas estilo punhal, que servem para “finalizar” ou apagar a presa arpoada. Servem também para a segurança, livrando o mergulhador de enroscos causados por linhas, redes ou cabos.
As facas para mergulho FUN DIVE são produzidas com aço especial que retarda a oxidação das lâminas.
Mesmo facas especialmente fabricadas para mergulho, podem oxidar se não forem tomados alguns cuidados:
Após o uso, deixar de molho em água doce (de possível morna) por no mínimo 30 minutos;
Aplicar uma fina camada de pasta silicone na lâmina, isto servirá para criar uma proteção na lâmina contra a oxidação.
Se for praticar o mergulho autônomo, nunca utilize este equipamento para agredir a vida marinha, pois a pesca sub, praticada com uso de equipamento de respiração autônoma é crime ambiental.
Este equipamento tem a função de armazenar o suprimento de ar/ gás que o mergulhador irá utilizar durante seu mergulho.
Os cilindros de mergulho podem se diferenciar quanto:
• Dimensões;
• Volume hidrostático;
• Material;
• Pressão de trabalho;
• Peso;
• Flutuabilidade;
A escolha do seu cilindro de mergulho está diretamente relacionada com a quantidade de ar/ gás necessário para a realizar determinado mergulho.
O cilindro mais usado no Brasil pelas Operadoras e Escolas de Mergulho é o S-80 fabricado em uma composição balanceada de alumínio – magnésio. Este cilindro possui a capacidade de armazenar 80 pés cúbicos de ar/gás quando está carregado com sua pressão máxima de trabalho (207 bar).
São mais utilizados por serem mais leves, de fácil manutenção, práticos, e se ajustarem perfeitamente para a maioria dos mergulhos recreativos efetuados em nossas águas.
Cilindros de aço são mais utilizados nos mergulhos técnicos.
São os preferidos dos mergulhadores técnicos, pois geralmente possuem uma pressão de trabalho superior aos de alumínio e também por sempre serem negativos dentro d’água, ou seja, nunca flutuam.
Também são os mais usados para a montagem de cilindros duplos.
Com todos os acessórios necessários consegue-se montar um conjunto de cilindros duplos (aço ou alumínio), para que o mergulhador aumente seu tempo de fundo e também a segurança.
Maiores informações sobre o uso de cilindros duplos consulte uma escola de mergulho que atue na área de mergulho técnico.
O uso de botas e redes, podem proteger a pintura e parede externa do cilindro.
É obrigatório a realização do teste hidrostático a cada cinco anos (Lei Brasileira), salvo quando ocorrer algum choque ou queda que podem comprometer a integridade física do cilindro, e neste caso, este teste deverá ser feito logo após o incidente para que as futuras recargas sejam efetuadas com segurança.
A inspeção visual é obrigatória a cada ano, porém, de acordo com a freqüência de recargas e uso, aconselha-se reduzir este tempo para seis ou até três meses. Nesta oportunidade, a limpeza com detergentes especiais e secagem com ar quente serão efetuadas.
Nesta oportunidade a torneira também será desmontada, limpa, trocado o kit de o’rings e se necessário, algumas peças também podem ser trocadas.
Os processos de inspeção visual, teste hidrostático e limpeza interna (dos cilindros e torneiras - substituição de peças), devem ser realizados por profissionais autorizados pela FUN DIVE e credenciados em manutenção de equipamentos.
Tanto o cilindro quanto a torneira caso não sejam aprovados na inspeção visual ou no teste hidrostático, os mesmos devem ser descartados e inutilizados, para que não venham causar acidentes.
ATENÇÃO:
• Carregue seu cilindro apenas em estações confiáveis.
• Nunca exceda a pressão de trabalho.
• Nunca exponha o cilindro a uma temperatura > 82ºC.
• Mantenha sempre um mínimo de 20-30 BAR (150-300 PSI).
• Evite quedas ou choques, isto pode comprometer ou condenar o cilindro.
• Guarde sempre seu cilindro à sombra e na posição vertical.
• O cilindro deve estar vazio e sem torneira para transporte por via aérea.